#VEJAMercado | O programa apresentado por Veruska Donato desta quarta-feira, 25, conversou com o economista Alex Agostini, da Austin Rating, que jogou luz sobre um debate que ganhou força recente: a Tregulamentação dos aplicativos. A leitura dele é direta: o Brasil precisa evitar decisões apressadas e, principalmente, olhar o impacto econômico antes de transformar intenção em regra. É aquele caso clássico em que a boa ideia pode virar problema se não for bem calibrada.<br /><br />No caso dos aplicativos, Agostini lembra que a realidade brasileira é muito diferente da observada em países desenvolvidos. Lá fora, essas plataformas surgiram com foco em mobilidade e redução de poluição. Aqui, ganharam outro papel: tornaram-se fonte de renda para milhões de pessoas em um mercado de trabalho ainda com excesso de mão de obra. Esse detalhe muda completamente a discussão, porque qualquer regra mexe não só com empresas, mas com o sustento de famílias.<br /><br />Por isso, ele defende equilíbrio. Nem liberar tudo, nem apertar demais. O economista alerta que decisões guiadas por “pautas populistas”, especialmente em ano eleitoral, podem criar um emaranhado difícil de desfazer depois. A preocupação é que uma regulamentação unilateral, focada apenas na proteção do motorista sem análise técnica, desestimule as empresas. No fim das contas, quem paga essa conta costuma ser o consumidor — com tarifas maiores — ou o próprio trabalhador, com menos oportunidades.<br /><br />Saiba mais em #VEJA. <br /><br />#aplicativos #trabalho #economia<br /><br />—————————————————————————<br /><br />Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN<br /><br />Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/<br /><br />SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:<br />Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/<br />Facebook: http://www.facebook.com/Veja/<br />Twitter: http://twitter.com/VEJA<br />Telegram: http://t.me/vejaoficial<br />Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/<br />TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
